E o que acontece depois que perdemos as fontes de alívio que nunca chegamos a ter?
Fico pensando como seria se todos pudessem ser só do bem.
Tanta maldade sem motivo, sem vergonha , mesmo, sem sentido.
Pra que tanta vontade de não ajudar, tanto comprometimento em fazer dar errado,
tanto empenho em desordenar ?
É isso que a gente aprende conosco.
É isso que a gente ensina pra tanta gente.
É a tal lei do mais forte, a lei da Selva, a Selva de Pedra.
Pedra, sobre pedra, sobre pedra.
Vejo menos Brutalidade nos nossos ancestrais, nos Bárbaros imundos, nos Mendigos moribundos, nos rejeitados cabisbaixos..
Não é possível que seja só isso, não me conformo, não me contento e nem aceito.
Não farei parte.
Eu não vou fazer parte!
Estarei à parte, ou nem se quer estarei.
Meu dinheiro não vale um Real.
O Mundo Real não vale nenhum dinheiro.
É como correr atrás do vento.
É como morrer sem nem estar vivo.
domingo, 12 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Contos e cantos.
Um homem triste apareceu,
contando sobre um coração,
de como amava e não intendia as razões e os porques.
Um homem triste apareceu,
mas não chorou nem dispertou,
a atenção e a comoção de quem tanto ele estimou.
Esse Homem triste está aqui, apesar de não saber
se este lugar lhe é de direito ou se é apenas um lugar.
E de alugueis e condições o homem triste vai viver,
mal sabe ele então que amanhã será pior.
Alegra-te pobre homenzinho,
e não te esqueças nunca mais,
que estes que Tu ve sorrir
não passam de Homens iguais.
Apruma-te ó pobre Homem,
pois por aqui nada é em vão,
essa avenida movimentada
Tu já passou sem dar as mãos.
contando sobre um coração,
de como amava e não intendia as razões e os porques.
Um homem triste apareceu,
mas não chorou nem dispertou,
a atenção e a comoção de quem tanto ele estimou.
Esse Homem triste está aqui, apesar de não saber
se este lugar lhe é de direito ou se é apenas um lugar.
E de alugueis e condições o homem triste vai viver,
mal sabe ele então que amanhã será pior.
Alegra-te pobre homenzinho,
e não te esqueças nunca mais,
que estes que Tu ve sorrir
não passam de Homens iguais.
Apruma-te ó pobre Homem,
pois por aqui nada é em vão,
essa avenida movimentada
Tu já passou sem dar as mãos.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Blasfeme-se.
As concupiscências ( e não digo ao pé da letra ) da carne me distinguem quanto a mim, ou à mim, em relação aos demais. E vê-los as margens delas me aborrece. Sim, eu sou leviano, porém, menos mal, eu continuo do outro lado.
É essa busca desenfreada pelo propósito final que deturpa os meios e os inícios, e eles não se justificam mais.
Parar pra pensar, pensar antes de agir, agir com discernimento, e caminhar. Não correr, não pular, não gritar, não pisar na grama.
Definitivamente eu prefiro o húmido, o palpável, até mesmo o maleável, quiçá o inefável ( utopia ).
Vamos embora, agora! Feche a porta, apague a luz, de duas voltas na chave, não esqueça do bilhete pra Mamãe, a mochila e o pãozinho.
Finda-se aqui as lamúrias de tais percepções, agora a música toca sem parar, os dedos comandam, a voz enrijece, e que vença o mais bonito.
É essa busca desenfreada pelo propósito final que deturpa os meios e os inícios, e eles não se justificam mais.
Parar pra pensar, pensar antes de agir, agir com discernimento, e caminhar. Não correr, não pular, não gritar, não pisar na grama.
Definitivamente eu prefiro o húmido, o palpável, até mesmo o maleável, quiçá o inefável ( utopia ).
Vamos embora, agora! Feche a porta, apague a luz, de duas voltas na chave, não esqueça do bilhete pra Mamãe, a mochila e o pãozinho.
Finda-se aqui as lamúrias de tais percepções, agora a música toca sem parar, os dedos comandam, a voz enrijece, e que vença o mais bonito.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Despojando.
Bá. Eu só quero fazer o que eu quero fazer, sabe?
Pra que me contestar ?
Eu não quero trabalhar 40 anos, pra me aposentar com um pé no caixão.
Talvez eu até prefira morrer antes disso.
Eu quero viver, não quero sobreviver.
Eu não preciso de muito dinheiro, não ligo pra coisas bonitas, nem lugares bem frequentados.
Deixa eu remar contra a corrente, se eu falhar eu clamo ajuda, e se eu não falhar?
Pra que me contestar ?
Eu não quero trabalhar 40 anos, pra me aposentar com um pé no caixão.
Talvez eu até prefira morrer antes disso.
Eu quero viver, não quero sobreviver.
Eu não preciso de muito dinheiro, não ligo pra coisas bonitas, nem lugares bem frequentados.
Deixa eu remar contra a corrente, se eu falhar eu clamo ajuda, e se eu não falhar?
domingo, 13 de setembro de 2009
São só mais algumas palavras, eu sei.
Eu bebo sonhos, e logo depois eu os entorno.
São as coisas que acabam mesmo antes de começar.
Enfim.
São as coisas que acabam mesmo antes de começar.
Enfim.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
C, de Caminhar.
Você sorriu, eu achei graça.
Você correu, eu vim de avião.
Você chorou, eu não.
Você brigou, eu fui à guerra.
Você abdicou, eu nem pedi.
Você marcou, eu não fui.
Você perdeu, denovo.
Você mentiu, eu trapaciei.
Você pediu, eu não ouvi.
Você caiu, eu nem levantei.
Você morreu, eu cresci.
Você correu, eu vim de avião.
Você chorou, eu não.
Você brigou, eu fui à guerra.
Você abdicou, eu nem pedi.
Você marcou, eu não fui.
Você perdeu, denovo.
Você mentiu, eu trapaciei.
Você pediu, eu não ouvi.
Você caiu, eu nem levantei.
Você morreu, eu cresci.
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