Também conhecida por falácia do espantalho, esta falácia consiste em inventar um opositor para discutir um tema fictício em que as opiniões dos debatedores são divergentes. A analogia do nome se deve ao fato de que muitas pessoas chegam a criar espantalhos mesmo para discutir, e passam muito tempo conversando e refutando teses de espantalhos.
Motivos mais comuns para a existência da falácia do espantalho:
- incapacidade retórica;
- praticar (por exemplo, para um advogado, antes de entrar num júri, ou antes de fazer um discurso numa festa de casamento);
- solidão.
Há casos, no entanto, em que os espantalhos acabam rebatendo as colocações de seus criados. (Isto, é claro, em situações de diálogo forjado). Nesses casos, é comum os espantalhos serem abandonados na estrada.
quinta-feira, 10 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Falso arbítrio.
É fácil afirmar o erro do outro, enquanto a noção de erro próprio é um tanto confusa. No fundo, sabemos no exato momento do “ato falho”, que não tínhamos consciência e motivação para agir melhor, pois estávamos tomados por outros fatores que eram mais urgentes ou evidentes a nós.
A discussão entre o Bem e o Mal é um debate tão infinito (e portanto inútil) quanto "a natureza de Deus". Isso simplesmente supera o nosso alcance - o potencial intelectual, ético (ou espiritual, para os que preferirem) de cada um. E a humanidade, nos últimos séculos, já produziu pensadores bons o suficiente para nos despertar-nos desse sono dogmático.
Quando pensamos que estamos "decidindo", dando a vida por um semelhante ou matando a nossa mãe, não estamos sendo mais do que estúpidas marionetes reagindo a joguetes do destino. Na hora 'H', é nosso potencial Versus nossas circunstâncias, se qualquer um desses dois fatores (dos quais somos PASSIVOS) fosse outro, nossa "decisão" seria outra.
Ou seja: o “arbítrio” não é “livre”. É dependente, na mesma medida em que nossas capacidades e experiências nos permitem exercê-lo.
A discussão entre o Bem e o Mal é um debate tão infinito (e portanto inútil) quanto "a natureza de Deus". Isso simplesmente supera o nosso alcance - o potencial intelectual, ético (ou espiritual, para os que preferirem) de cada um. E a humanidade, nos últimos séculos, já produziu pensadores bons o suficiente para nos despertar-nos desse sono dogmático.
Quando pensamos que estamos "decidindo", dando a vida por um semelhante ou matando a nossa mãe, não estamos sendo mais do que estúpidas marionetes reagindo a joguetes do destino. Na hora 'H', é nosso potencial Versus nossas circunstâncias, se qualquer um desses dois fatores (dos quais somos PASSIVOS) fosse outro, nossa "decisão" seria outra.
Ou seja: o “arbítrio” não é “livre”. É dependente, na mesma medida em que nossas capacidades e experiências nos permitem exercê-lo.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
(R)adiante.
E quando tu quer fugir, eu sei bem o que tu faz. Bem que tu faz. Quando faz bem feito.
E quando tu corre, eu sei pra onde tu vai. Pois eu vou atrás. Quando tu deixas rastro.
Não é questão de opinião , muito menos de escolha.
É como o artigo bonito, na vitrine da loja chique.
As vezes contemplar é mais precioso do que possuir.
As vezes não.
E quando tu corre, eu sei pra onde tu vai. Pois eu vou atrás. Quando tu deixas rastro.
Não é questão de opinião , muito menos de escolha.
É como o artigo bonito, na vitrine da loja chique.
As vezes contemplar é mais precioso do que possuir.
As vezes não.
domingo, 12 de setembro de 2010
Tudo por mais um pouco.
E o que acontece depois que perdemos as fontes de alívio que nunca chegamos a ter?
Fico pensando como seria se todos pudessem ser só do bem.
Tanta maldade sem motivo, sem vergonha , mesmo, sem sentido.
Pra que tanta vontade de não ajudar, tanto comprometimento em fazer dar errado,
tanto empenho em desordenar ?
É isso que a gente aprende conosco.
É isso que a gente ensina pra tanta gente.
É a tal lei do mais forte, a lei da Selva, a Selva de Pedra.
Pedra, sobre pedra, sobre pedra.
Vejo menos Brutalidade nos nossos ancestrais, nos Bárbaros imundos, nos Mendigos moribundos, nos rejeitados cabisbaixos..
Não é possível que seja só isso, não me conformo, não me contento e nem aceito.
Não farei parte.
Eu não vou fazer parte!
Estarei à parte, ou nem se quer estarei.
Meu dinheiro não vale um Real.
O Mundo Real não vale nenhum dinheiro.
É como correr atrás do vento.
É como morrer sem nem estar vivo.
Fico pensando como seria se todos pudessem ser só do bem.
Tanta maldade sem motivo, sem vergonha , mesmo, sem sentido.
Pra que tanta vontade de não ajudar, tanto comprometimento em fazer dar errado,
tanto empenho em desordenar ?
É isso que a gente aprende conosco.
É isso que a gente ensina pra tanta gente.
É a tal lei do mais forte, a lei da Selva, a Selva de Pedra.
Pedra, sobre pedra, sobre pedra.
Vejo menos Brutalidade nos nossos ancestrais, nos Bárbaros imundos, nos Mendigos moribundos, nos rejeitados cabisbaixos..
Não é possível que seja só isso, não me conformo, não me contento e nem aceito.
Não farei parte.
Eu não vou fazer parte!
Estarei à parte, ou nem se quer estarei.
Meu dinheiro não vale um Real.
O Mundo Real não vale nenhum dinheiro.
É como correr atrás do vento.
É como morrer sem nem estar vivo.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Contos e cantos.
Um homem triste apareceu,
contando sobre um coração,
de como amava e não intendia as razões e os porques.
Um homem triste apareceu,
mas não chorou nem dispertou,
a atenção e a comoção de quem tanto ele estimou.
Esse Homem triste está aqui, apesar de não saber
se este lugar lhe é de direito ou se é apenas um lugar.
E de alugueis e condições o homem triste vai viver,
mal sabe ele então que amanhã será pior.
Alegra-te pobre homenzinho,
e não te esqueças nunca mais,
que estes que Tu ve sorrir
não passam de Homens iguais.
Apruma-te ó pobre Homem,
pois por aqui nada é em vão,
essa avenida movimentada
Tu já passou sem dar as mãos.
contando sobre um coração,
de como amava e não intendia as razões e os porques.
Um homem triste apareceu,
mas não chorou nem dispertou,
a atenção e a comoção de quem tanto ele estimou.
Esse Homem triste está aqui, apesar de não saber
se este lugar lhe é de direito ou se é apenas um lugar.
E de alugueis e condições o homem triste vai viver,
mal sabe ele então que amanhã será pior.
Alegra-te pobre homenzinho,
e não te esqueças nunca mais,
que estes que Tu ve sorrir
não passam de Homens iguais.
Apruma-te ó pobre Homem,
pois por aqui nada é em vão,
essa avenida movimentada
Tu já passou sem dar as mãos.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Blasfeme-se.
As concupiscências ( e não digo ao pé da letra ) da carne me distinguem quanto a mim, ou à mim, em relação aos demais. E vê-los as margens delas me aborrece. Sim, eu sou leviano, porém, menos mal, eu continuo do outro lado.
É essa busca desenfreada pelo propósito final que deturpa os meios e os inícios, e eles não se justificam mais.
Parar pra pensar, pensar antes de agir, agir com discernimento, e caminhar. Não correr, não pular, não gritar, não pisar na grama.
Definitivamente eu prefiro o húmido, o palpável, até mesmo o maleável, quiçá o inefável ( utopia ).
Vamos embora, agora! Feche a porta, apague a luz, de duas voltas na chave, não esqueça do bilhete pra Mamãe, a mochila e o pãozinho.
Finda-se aqui as lamúrias de tais percepções, agora a música toca sem parar, os dedos comandam, a voz enrijece, e que vença o mais bonito.
É essa busca desenfreada pelo propósito final que deturpa os meios e os inícios, e eles não se justificam mais.
Parar pra pensar, pensar antes de agir, agir com discernimento, e caminhar. Não correr, não pular, não gritar, não pisar na grama.
Definitivamente eu prefiro o húmido, o palpável, até mesmo o maleável, quiçá o inefável ( utopia ).
Vamos embora, agora! Feche a porta, apague a luz, de duas voltas na chave, não esqueça do bilhete pra Mamãe, a mochila e o pãozinho.
Finda-se aqui as lamúrias de tais percepções, agora a música toca sem parar, os dedos comandam, a voz enrijece, e que vença o mais bonito.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
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